Morre um ano. Outro nasce.
Sementes de esperanças são lançadas ao ar
Junto às pipocas que estouram no céu.
Desejos, desejos, desejos…
Fazeres seculares, como num ritual,
Repetem-se, refazem-se, renovam-se.
Renovação, deveras?
Crença!
Tal, encontrar-se-á, quem sabe,
Quando o ser desprender-se da divisão de papel
Feita por alguém que pretendia, provavelmente,
Mensurar tudo que, por excelência,
Não tem medida: o Tempo…
A Vida!

POst mais.
Viva mais, assim, paramos de morrer!
Há algo de contraditório, a meu ver, nessa sua afirmação, Ubira, que tanto lembra Ubiratan.
Viver não é senão caminhar para a morte? Como é que podemos ‘parar de morrer’, se a cada dia damos um passo a mais para encontrá-la? E não me venha chamar de pessimista, meu caro, porque é o percurso natural do rio. Porém, podemos sim vivê-la de uma forma mais plena, digamos, mas isso é algo difícil. Estou também tentando descobrir…. O ser humano é por demais apegado à vida, para simplesmente vivê-la.