[A Nathalie]
perda-se na estrada da vida,
Fiore Rossa
e permita-se lambuzar
pelo desconhecido pavor
da novidade
e torne-se outra
abraçe, sem medida,
o beliscão que lhe dá a vida
e saboreie o perfume
contido no incontível
veja-se dentre os cacos espalhados
nesse espaço limitado que
tende ao infinito
a prova viva do infinito
[in]contido no finito
é teu osso
tua carne
teu sangue
a calma
que cabe na palma
aberta ou fechada
da mão, escorre
e se perde na alma
nesse momento de perda
encontrar-se-á
Calma

gostei!
eninas, criei um blog pros meus escritinhos… são poucos e pequenos. Nada como esses deste blog maravilhoso!
Se quiserem, deem uma passadinha:
http://autorademimmesma.blogspot.com/
Ara, moça, pare com isso que escreve muito bem. Inclusive poderia aumentar as produções, porque adoro o modo como brinca com as palavras.
Já vou anexar o seu novo link à nossa lista de leituras diárias. Vida longa ao “Autora de mim mesma”.
Baci, cara!
Linda…obrigada