Sombras do símbolo da paz
Projetadas no ardente chão
Que escorre suor em cada vão…
Mais uma miragem que se desfaz
Ao correr ao lado do rapaz
Que só, labuta sem direção.
E abre-se a frente um coração
Como fosse estréia em cartaz,
E aos nós as ligas da razão
Agitam-se numa briga audaz.
Mas diante da rubra imensidão
Desligam-se do ‘mal’ tão fugaz
E indagam essa infinita vastidão
De amor, de alegria e de paz
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